terça-feira, 28 de abril de 2009

Merchandising Eletrônico

Olá pessoal!

Para quem perdeu a aula dos vídeos que foram exibidos sobre merchandising eletrônico, segue o vídeo do merchandising da Natura na novela Belíssima:



Um abraço,

Camilla Coriolano

domingo, 26 de abril de 2009

Novos tempos

O compromisso de cada um

EMÍLIO ODEBRECHT

NO PASSADO, era normal que trabalhadores e executivos deixassem às empresas o planejamento e a gestão de suas carreiras. Trabalhavam muito, atualizavam-se pouco e quase não pensavam em mudanças. Alguns ficavam décadas na mesma função.
Raros eram os que adquiriam novas competências, ainda mais por conta própria. No máximo, reciclavam as antigas. A realidade mudou. Autodesenvolvimento passou a ser a chave do êxito para os profissionais no mundo de hoje, porque o propósito do aprimoramento constante deve ser uma responsabilidade do indivíduo para consigo, não da empresa para com ele.
O mundo do trabalho agora exige de quem nele se insere que tome as rédeas de seu próprio destino.
Quem investe em si mesmo demonstra estar comprometido com sua realização profissional -pela busca do domínio pleno naquilo em que se especializou-, com sua realização econômica -pelo compartilhamento dos resultados que ajuda a empresa a gerar- e com sua realização emocional, como um corolário do que almeja conquistar na vida.
Mas, para isso, é indispensável que principalmente o trabalhador jovem se imponha o desafio de aprender a aprender, o que significa ter a capacidade de interpretar a realidade a partir das referências a seu alcance, formular novos conceitos e levá-los à prática.
Uma condição para o aprimoramento das pessoas é esta aptidão, que chamo de pensar conceitualmente. Outra condição é a capacidade de autoavaliar-se e identificar com espírito crítico carências e motivações.
Ocorre que, se a prática da autoeducação é o fermento que promove a ascensão do indivíduo, nem sempre isso é uma tarefa fácil.
Em algumas circunstâncias, os resultados somente serão alcançados se a predisposição de quem deseja aprender encontrar respaldo em um líder-educador que, ao perceber o potencial e o desejo de crescimento do liderado, tem a coragem de lhe atribuir responsabilidades que se mostram acima das qualificações que demonstra no momento. O efeito imediato desse gesto é a busca do conhecimento e das competências exigidas para a superação dos novos desafios.
Meu pai, Norberto Odebrecht, até hoje lembra com gratidão de um pastor luterano, de nome Arnold, que lhe ensinou a ler e, sobretudo, a entender o mundo. Era um preceptor.
No âmbito das organizações empresariais, o líder-educador exerce esse papel. A partir de sua autoeducação, pratica a pedagogia da presença, oferecendo tempo, presença, experiência e exemplos àqueles que têm no autodesenvolvimento um compromisso com o próprio futuro.

Publicado na Folha de São Paulo – 26.04.09

Postado pela professora Lourdinha Dantas

Mensagem da Direção

Caro(a)s Membros da Comunidade ASPER,

Vivemos um momento de grave crise econômica com grandes repercussões no Brasil e no mundo. Todos os dias tomamos conhecimento de desdobramentos dessa crise tais como o fechamento de empresas e demissões em massa. As dificuldades são sentidas por todos: o cidadão comum, as empresas e até os governos em suas diversas esferas.


Todos nós podemos dar a nossa contribuição para amenizarmos os efeitos dessa crise dentro dos nossos lares e nas nossas empresas, cortando despesas desnecessárias, evitando o desperdício e
otimizando o uso de recusos básicos como água, energia e material de expediente.

Em um levantamento realizado pel nossa IES, constatamos que apenas 10% dos nossos alunos chegam com uma certa antecedência e os demais, entre 10 minutos antes e 10 minutos depois do horário de início das aulas e esse universo que chega antecipadamente pode muito bem ser atendido pela bilioteca com conforto e comodidade.


Preocupados com a canalização dos recursos da instituição para melhorar a qualidade de ensino, estamos adotando medidas de contenção de custos como a do retardamento do horário de ligação dos aparelhos de ar condicionado. Esses equipamentos eram ligados uma hora e meia antes do horário do início das aulas (um exagero !) e agora são quinze minutos antes.

Os recursos economizados com essa medida poderão ser investidos na melhoria da qualidade de ensino como no aparelhamento dos laboratórios e biblioteca. Adicionalmente, é importante destacar que estamos começando o inverno o que faz com que o clima esteja mais ameno e os aparelhos de ar condicionado sejam menos necessários.

Além da preocupação econômica e financeira, move-nos também a preocupação com o meio ambiente. Cada vez que um aparelho elétrico é ligado, estamos contribuindo para poluir a atmosfera e prejudicar o mundo em que vivemos com a emissão de gás carbônico.


Lembramos ainda que a nossa instituição dispõe de ampla área livre toda ela atendida por cobertura de Internet sem fio e nossa bilioteca funciona desde o turno da manhã até as 22 horas para acolher a todos aqueles que precisarem de conforto e comodidade.


A ASPER está procurando fazer a sua parte para lidar com as dificuldades do mundo real em que vivemos e temos a convicção que poderemos contar com a sua contribuição nessa cruzada pela racionalidade no uso dos recursos disponíveis e preservação do meio ambiente.

Agradecemos antecipadamente pela compreensão e colaboração.

Atenciosamente,

A DIREÇÃO

Efemeridade das mídias

Sobre a efemeridade das mídias

Umberto Eco
No encerramento da Escola para Livreiros Umberto e Elisabetta Mauri, em Veneza, falamos, entre outras coisas, sobre a efemeridade dos suportes da informação. Foram suportes da informação escrita a estela egípcia, a tábua de argila, o papiro, o pergaminho e, evidentemente, o livro impresso. Este último, até agora, demonstrou que sobrevive bem por 500 anos, mas só quando se trata de livros feitos de papel de trapos. A partir de meados do século 19 passou-se ao papel de polpa de madeira, e parece que este tem uma vida máxima de 70 anos (com efeito, basta consultar jornais ou livros dos anos 1940 para ver como muitos deles se desfazem ao ser folheados).
Portanto, há muito tempo se realizam congressos e se estudam meios diferentes para salvar todos os livros que abarrotam nossas bibliotecas: um dos que têm maior êxito (mas quase impossível de realizar para todos os livros existentes) é escanear todas as páginas e copiá-las para um suporte eletrônico.

Mas aqui surge outro problema: todos os suportes para a transmissão e conservação de informações, da foto ao filme cinematográfico, do disco à memória USB que usamos no computador, são mais perecíveis que o livro. Isso fica muito claro com alguns deles: nas velhas fitas cassete, pouco tempo depois a fita se enrolava toda, tentávamos desemaranhá-la enfiando um lápis no carretel, geralmente com resultado nulo; as fitas de vídeo perdem as cores e a definição com facilidade, e se as usarmos para estudar, rebobinando-as e avançando com frequência, danificam-se ainda mais cedo.

Tivemos tempo suficiente para ver quanto podia durar um disco de vinil sem ficar riscado demais, mas não para verificar quanto dura um CD-ROM, que, saudado como a invenção que substituiria o livro, saiu rapidamente do mercado porque podíamos acessar online os mesmos conteúdos por um custo muito menor. Não sabemos quanto vai durar um filme em DVD, sabemos somente que às vezes começa a nos dar problemas quando o vemos muito. E igualmente não tivemos tempo material para experimentar quanto poderiam durar os discos flexíveis de computador: antes de podermos descobrir foram substituídos pelos CDs, e estes pelos discos regraváveis, e estes pelos "pen drives".

Com o desaparecimento dos diversos suportes também desapareceram os computadores capazes de lê-los (creio que ninguém mais tem em casa um computador com leitor de disco flexível), e se alguém não copiou no suporte sucessivo tudo o que tinha no anterior (e assim por diante, supostamente durante toda a vida, a cada dois ou três anos), o perdeu irremediavelmente (a menos que conserve no sótão uma dúzia de computadores obsoletos, um para cada suporte desaparecido).

Portanto, sabemos que todos os suportes mecânicos, elétricos e eletrônicos são rapidamente perecíveis, ou não sabemos quanto duram e provavelmente nunca chegaremos a saber. Enfim, basta um pico de tensão, um raio no jardim ou qualquer outro acontecimento muito mais banal para desmagnetizar uma memória. Se houvesse um apagão bastante longo não poderíamos usar nenhuma memória eletrônica.

Mesmo tendo gravado em meu computador todo o "Quixote", não o poderia ler à luz de uma vela, em uma rede, em um barco, na banheira, enquanto um livro me permite fazê-lo nas piores condições. E se o computador ou o e-book caírem do quinto andar estarei matematicamente seguro de que perdi tudo, enquanto se cair um livro no máximo se desencadernará completamente.

Os suportes modernos parecem criados mais para a difusão da informação do que para sua conservação. O livro, por sua vez, foi o principal instrumento da difusão (pense no papel que desempenhou a Bíblia impressa na Reforma protestante), mas ao mesmo tempo também da conservação.

É possível que dentro de alguns séculos a única forma de ter notícias sobre o passado, quando todos os suportes eletrônicos tiverem sido desmagnetizados, continue sendo um belo incunábulo. E, dentre os livros modernos, os únicos sobreviventes serão os feitos de papel de alta qualidade, ou os feitos de papel livre de ácidos, que muitas editoras hoje oferecem.

Não sou um conservador reacionário. Em um disco rígido portátil de 250 gigabytes gravei as maiores obras-primas da literatura universal e da história da filosofia: é muito mais cômodo encontrar no disco rígido em poucos segundos uma frase de Dante ou da Summa Theologica do que levantar-se e ir buscar um volume pesado em estantes muito altas. Mas estou feliz porque esses livros continuam em minha biblioteca, uma garantia da memória para quando os instrumentos eletrônicos entrarem em pane.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves


Umberto Eco é professor de semiótica, crítico literário e romancista. Entre seus principais livros estão O Nome da Rosa e o Pêndulo de Foucault.

Texto publicado no New York Times - 26.04.09

Postado pela professora Lourdinha Dantas

terça-feira, 7 de abril de 2009

o que é briefing

O QUE É BRIEFING


Uma boa campanha depende de um bom briefing.

Reduz os erros e evita desperdício de tempo e dinheiro.


CINCO PERGUNTAS-CHAVE:

1. Quem está ou estava atuando?
2. O que aconteceu ou está acontecendo?
3. Como ocorreu ou está ocorrendo?
4. Onde, em que lugar?
5. Quando, em que período?


QUEM

Refere-se às companhias, aos produtos ou serviços que está atuando no mercado.

O conhecimento das empresas (pequenas, médias e grandes), sua força econômico-financeira, estrutura de vendas, sistema de trabalho, seus dirigentes e alguns outros fatores permitem traçar um perfil que ajudará a prever suas ações futuras.

Isto permite identificar se uma empresa é mais agressiva do que a outra, se a sua capacidade de reação é lenta ou não, se a sua forma de atuar no mercado é mais uniforme ou irregular e uma série de outras características.

Quanto aos produtos ou serviços, existem várias marcas atuando em cada categoria, com lideranças, novos lançamentos, marcas em decadência ou estacionárias. As diferenças de cada um, seu posicionamento no mercado, tipo de embalagem etc., são informações importantíssimas para permitir uma boa análise.

Como empresas, produtos e serviços existem porque há consumidores dispostos a comprar, saber quem compra faz parte da situação.

QUE

O que está acontecendo, já aconteceu ou provavelmente irá acontecer com as companhias, produtos, serviços e seus consumidores é o segundo enfoque.

O histórico, as ações, sucessos ou fracassos, se devidamente registrados, indicarão os caminhos a percorrer.

COMO

Não basta saber o que ocorreu, mas, sobretudo, como ocorreu.

Se uma determinada marca realizou uma promoção, precisamos saber como foi feita e quais os resultados, para que possa ser idealizado algo melhor.

ONDE

Os eventos ocorrem sempre em algum lugar, e o conhecimento dessa área de ação é mais um dado informativo para o planejamento.

Alguns produtos são lançados primeiramente nos grandes mercados como Rio e São Paulo; outros adotam a estratégia de conquistar posição nos mercados menores caminhando, gradativamente, do interior para os grandes centros.

Qualquer programa de propaganda, promoção ou relações públicas tem a sua área de atuação definida em função da distribuição do produto.

QUANDO

O período mais adequado a qualquer atividade publicitária deve ser estudado cuidadosamente, pois disto dependerá um resultado mais favorável.

MODELO “B” DE BRIEFING

A palavra briefing nasceu durante a II Guerra Mundial. Os militares sentiram a necessidade de melhor organizar os ataques e idealizaram reuniões para instruir os oficiais sobre a missão a ser realizada. Esse método foi adotado principalmente pela aviação que realizava uma reunião de briefing com os pilotos e equipes de combate cerca de 40 minutos antes de levantarem vôo. Essa proximidade com o início da ação era por medida de segurança.

MODELO DE BRIEFING

1. Situação de mercado
• Tamanho
• Tendência
• Concorrência
• Avanço tecnológico

2. Dados do produto ou serviço

• Características
• Preço
• Distribuição
• Vendas e área da ação
• Sazonalidade
3. Comparação do produto/serviço x concorrência

• Problemas e oportunidades
4. Objetivos de marketing
5. Posicionamento

• Promessa básica
• Justificativa
• Atributos complementares da imagem desejada
6. Público-alvo e localização

• Demográficas
• Culturais
• Religiosas
• Étnicas
• Hábitos de compra e de consumo
• Estilo de vida
• Psicológicas
• Atitudinais
7. Qual o problema que a comunicação tem de resolver
8. Objetivos de comunicação

• Lançar a marca de um novo produto ou serviço
• Obter o top of mind da marca
• Elevar o share of mind da marca
• Conseguir um elevado recall ou índice de lembrança da campanha
• Construir a imagem da marca
• Sustentar ou consolidar a imagem da marca de um produto ou serviço já existente
• Reposicionar o produto ou serviço
• Comunicar a exclusividade tecnológica de determinada empresa, produto ou serviço
• Comunicar um novo tamanho, sabor ou perfume de um produto
• Comunicar um novo tipo de plano de saúde ou de seguros
9. Tom da campanha
10. Obrigatoriedade de comunicação
11. Verba de comunicação
12. Cronograma

• Data da apresentação do briefing
• Data da apresentação da campanha
• Data da reunião de pré-produção do comercial de TV
• Data para a entrega das artes-finais e copião (TV)
• Data para aprovação dos custos negociados de mídia
• Data da entrega dos materiais de ponto-de-venda
• Data do início da veiculação
O QUE É BRIEFING


Uma boa campanha depende de um bom briefing.

Reduz os erros e evita desperdício de tempo e dinheiro.


CINCO PERGUNTAS-CHAVE:

1. Quem está ou estava atuando?
2. O que aconteceu ou está acontecendo?
3. Como ocorreu ou está ocorrendo?
4. Onde, em que lugar?
5. Quando, em que período?


QUEM

Refere-se às companhias, aos produtos ou serviços que está atuando no mercado.

O conhecimento das empresas (pequenas, médias e grandes), sua força econômico-financeira, estrutura de vendas, sistema de trabalho, seus dirigentes e alguns outros fatores permitem traçar um perfil que ajudará a prever suas ações futuras.

Isto permite identificar se uma empresa é mais agressiva do que a outra, se a sua capacidade de reação é lenta ou não, se a sua forma de atuar no mercado é mais uniforme ou irregular e uma série de outras características.

Quanto aos produtos ou serviços, existem várias marcas atuando em cada categoria, com lideranças, novos lançamentos, marcas em decadência ou estacionárias. As diferenças de cada um, seu posicionamento no mercado, tipo de embalagem etc., são informações importantíssimas para permitir uma boa análise.

Como empresas, produtos e serviços existem porque há consumidores dispostos a comprar, saber quem compra faz parte da situação.

QUE

O que está acontecendo, já aconteceu ou provavelmente irá acontecer com as companhias, produtos, serviços e seus consumidores é o segundo enfoque.

O histórico, as ações, sucessos ou fracassos, se devidamente registrados, indicarão os caminhos a percorrer.

COMO

Não basta saber o que ocorreu, mas, sobretudo, como ocorreu.

Se uma determinada marca realizou uma promoção, precisamos saber como foi feita e quais os resultados, para que possa ser idealizado algo melhor.

ONDE

Os eventos ocorrem sempre em algum lugar, e o conhecimento dessa área de ação é mais um dado informativo para o planejamento.

Alguns produtos são lançados primeiramente nos grandes mercados como Rio e São Paulo; outros adotam a estratégia de conquistar posição nos mercados menores caminhando, gradativamente, do interior para os grandes centros.

Qualquer programa de propaganda, promoção ou relações públicas tem a sua área de atuação definida em função da distribuição do produto.

QUANDO

O período mais adequado a qualquer atividade publicitária deve ser estudado cuidadosamente, pois disto dependerá um resultado mais favorável.

MODELO “B” DE BRIEFING

A palavra briefing nasceu durante a II Guerra Mundial. Os militares sentiram a necessidade de melhor organizar os ataques e idealizaram reuniões para instruir os oficiais sobre a missão a ser realizada. Esse método foi adotado principalmente pela aviação que realizava uma reunião de briefing com os pilotos e equipes de combate cerca de 40 minutos antes de levantarem vôo. Essa proximidade com o início da ação era por medida de segurança.

MODELO DE BRIEFING

1. Situação de mercado
• Tamanho
• Tendência
• Concorrência
• Avanço tecnológico

2. Dados do produto ou serviço

• Características
• Preço
• Distribuição
• Vendas e área da ação
• Sazonalidade
3. Comparação do produto/serviço x concorrência

• Problemas e oportunidades
4. Objetivos de marketing
5. Posicionamento

• Promessa básica
• Justificativa
• Atributos complementares da imagem desejada
6. Público-alvo e localização

• Demográficas
• Culturais
• Religiosas
• Étnicas
• Hábitos de compra e de consumo
• Estilo de vida
• Psicológicas
• Atitudinais
7. Qual o problema que a comunicação tem de resolver
8. Objetivos de comunicação

• Lançar a marca de um novo produto ou serviço
• Obter o top of mind da marca
• Elevar o share of mind da marca
• Conseguir um elevado recall ou índice de lembrança da campanha
• Construir a imagem da marca
• Sustentar ou consolidar a imagem da marca de um produto ou serviço já existente
• Reposicionar o produto ou serviço
• Comunicar a exclusividade tecnológica de determinada empresa, produto ou serviço
• Comunicar um novo tamanho, sabor ou perfume de um produto
• Comunicar um novo tipo de plano de saúde ou de seguros
9. Tom da campanha
10. Obrigatoriedade de comunicação
11. Verba de comunicação
12. Cronograma

• Data da apresentação do briefing
• Data da apresentação da campanha
• Data da reunião de pré-produção do comercial de TV
• Data para a entrega das artes-finais e copião (TV)
• Data para aprovação dos custos negociados de mídia
• Data da entrega dos materiais de ponto-de-venda
• Data do início da veiculação
O QUE É BRIEFING


Uma boa campanha depende de um bom briefing.

Reduz os erros e evita desperdício de tempo e dinheiro.


CINCO PERGUNTAS-CHAVE:

1. Quem está ou estava atuando?
2. O que aconteceu ou está acontecendo?
3. Como ocorreu ou está ocorrendo?
4. Onde, em que lugar?
5. Quando, em que período?


QUEM

Refere-se às companhias, aos produtos ou serviços que está atuando no mercado.

O conhecimento das empresas (pequenas, médias e grandes), sua força econômico-financeira, estrutura de vendas, sistema de trabalho, seus dirigentes e alguns outros fatores permitem traçar um perfil que ajudará a prever suas ações futuras.

Isto permite identificar se uma empresa é mais agressiva do que a outra, se a sua capacidade de reação é lenta ou não, se a sua forma de atuar no mercado é mais uniforme ou irregular e uma série de outras características.

Quanto aos produtos ou serviços, existem várias marcas atuando em cada categoria, com lideranças, novos lançamentos, marcas em decadência ou estacionárias. As diferenças de cada um, seu posicionamento no mercado, tipo de embalagem etc., são informações importantíssimas para permitir uma boa análise.

Como empresas, produtos e serviços existem porque há consumidores dispostos a comprar, saber quem compra faz parte da situação.

QUE

O que está acontecendo, já aconteceu ou provavelmente irá acontecer com as companhias, produtos, serviços e seus consumidores é o segundo enfoque.

O histórico, as ações, sucessos ou fracassos, se devidamente registrados, indicarão os caminhos a percorrer.

COMO

Não basta saber o que ocorreu, mas, sobretudo, como ocorreu.

Se uma determinada marca realizou uma promoção, precisamos saber como foi feita e quais os resultados, para que possa ser idealizado algo melhor.

ONDE

Os eventos ocorrem sempre em algum lugar, e o conhecimento dessa área de ação é mais um dado informativo para o planejamento.

Alguns produtos são lançados primeiramente nos grandes mercados como Rio e São Paulo; outros adotam a estratégia de conquistar posição nos mercados menores caminhando, gradativamente, do interior para os grandes centros.

Qualquer programa de propaganda, promoção ou relações públicas tem a sua área de atuação definida em função da distribuição do produto.

QUANDO

O período mais adequado a qualquer atividade publicitária deve ser estudado cuidadosamente, pois disto dependerá um resultado mais favorável.

MODELO “B” DE BRIEFING

A palavra briefing nasceu durante a II Guerra Mundial. Os militares sentiram a necessidade de melhor organizar os ataques e idealizaram reuniões para instruir os oficiais sobre a missão a ser realizada. Esse método foi adotado principalmente pela aviação que realizava uma reunião de briefing com os pilotos e equipes de combate cerca de 40 minutos antes de levantarem vôo. Essa proximidade com o início da ação era por medida de segurança.

MODELO DE BRIEFING

1. Situação de mercado
• Tamanho
• Tendência
• Concorrência
• Avanço tecnológico

2. Dados do produto ou serviço

• Características
• Preço
• Distribuição
• Vendas e área da ação
• Sazonalidade
3. Comparação do produto/serviço x concorrência

• Problemas e oportunidades
4. Objetivos de marketing
5. Posicionamento

• Promessa básica
• Justificativa
• Atributos complementares da imagem desejada
6. Público-alvo e localização

• Demográficas
• Culturais
• Religiosas
• Étnicas
• Hábitos de compra e de consumo
• Estilo de vida
• Psicológicas
• Atitudinais
7. Qual o problema que a comunicação tem de resolver
8. Objetivos de comunicação

• Lançar a marca de um novo produto ou serviço
• Obter o top of mind da marca
• Elevar o share of mind da marca
• Conseguir um elevado recall ou índice de lembrança da campanha
• Construir a imagem da marca
• Sustentar ou consolidar a imagem da marca de um produto ou serviço já existente
• Reposicionar o produto ou serviço
• Comunicar a exclusividade tecnológica de determinada empresa, produto ou serviço
• Comunicar um novo tamanho, sabor ou perfume de um produto
• Comunicar um novo tipo de plano de saúde ou de seguros
9. Tom da campanha
10. Obrigatoriedade de comunicação
11. Verba de comunicação
12. Cronograma

• Data da apresentação do briefing
• Data da apresentação da campanha
• Data da reunião de pré-produção do comercial de TV
• Data para a entrega das artes-finais e copião (TV)
• Data para aprovação dos custos negociados de mídia
• Data da entrega dos materiais de ponto-de-venda
• Data do início da veiculação